
As dunas ficam porque aprendemos a contorná-las.
Cada trilha, cada ponto de acesso, cada horário recomendado existe porque os limites de conservação vieram primeiro. Isso não é uma restrição — é a lógica do lugar.


A janela de maré é o itinerário.
Certos trechos de praia ficam acessíveis apenas duas horas por dia. Certos corredores de duna fecham entre novembro e março para proteger ninhos de tartaruga. Não informamos isso como aviso — é o roteiro.
Quando você sabe com antecedência o que está aberto e quando, o passeio muda de forma. Você não corre contra o relógio; você se move com ele.

O que nenhuma imagem aérea mostra.
A altura real de uma duna, o cheiro da vegetação de restinga, a textura da areia fina sob os pés — isso só existe no percurso a pé. Cada trilha homologada foi mapeada com moradores que conhecem o terreno por décadas.
As rotas mudam por estação. Compartilhamos as atualizações antes da sua chegada, não depois.
Planeje sua visita com os horários reais.
O calendário de acesso reúne marés, fechamentos sazonais e condições de trilha — organizado por mês, atualizado por quem vive aqui.


